Bem, e o que significa Crossdresser (CD)?
É uma expressão adotada no início da década de 1960, nos Estados Unidos, para designar pessoas que gostam de se vestir como o sexo oposto de forma temporária e eventual.
No entanto, além de tratar do crossdressing, este blog está aberto a postagens sobre travestis, transexuais, exercício da cidadania, combate à homofobia e às mais variadas formas de preconceito.
É com satisfação que venho comunicar que neste dia 24 de Novembro, o Blog Cultura Crossdresser completa o seu primeiro aniversário.
No começo, devido ao meu passado e história de vida, o blog era quase que exclusivamente dedicado a notícias, matérias e filmes sobre o universo crossdresser.
Mas a história não é estática. Eu já vinha me hormonizando há anos, em uma transição do estilo "borboleta". Quase ao mesmo tempo em que o blog entrou no ar, eu ensaiava meus primeiros passos, rompendo barreiras para assumir a condição de transexual e viver integralmente como mulher no dia-a-dia.
Então, a história do blog caminha mais ou menos ao lado da história da minha saída do armário, com as postagens passando cada vez mais a incluir matérias sobre transexuais e travestis, no aspecto social, cultural e jurídico, bem como o combate à homofobia e à transfobia.
Ao longo deste primeiro ano, foram 113 postagens, na média de uma a cada 3 dias.
Desde o dia 07 de fevereiro de 2009, quando implantamos um contador de visitar confiável, até o momento em que escrevo esta postagem, o blog registrou 33.721 acessos, média de quase 117 acessos por dia e mais de 3 mil acessos por mês.
Atualmente, contamos com 47 seguidores, 36 blogs que acompanhamos e dezenas de sites indicados e parceiros.
Muito obrigada a todos que nos visitaram, incentivaram e que de alguma forma colaboraram para o sucesso e reconhecimento deste trabalho.
Esperamos continuar contando com vcs e com muito mais gente nos próximos aniversários !!!
Nesta Terça-feira teremos Terças Trans e já vamos planejar nossas atividades para 2010!!
Dia 29 de janeiro se comemora o Dia da Visibilidade Trans em São Paulo, e vamos aproveitar esta reunião para pensarmos nas atividades que podem ser desenvolvidas para homenagear esta data!!
PARTICIPEM!!!!
Dia 24 de Novembro de 2009 às 19h
Centro de Referência da Diversidade
Rua Major Sertório, 292/294 - Centro - SP
Metrô República
Coordenação: Alessandra Saraiva
Organização: Associação da Parada GLBT de São Paulo
Parceria: Centro de Referência da Diversidade
Repassando mensagem de e-mail enviada pela Alessandra Saraiva
Documentário da National Geographic, integrante da série "Tabu".
Segue a sinopse oficial e os horários de exibição.
Embora os costumes sejam distintos em todo o mundo, quase todas as sociedades compartilham uma coisa: o conceito de gênero. Muitos acreditam na existência de apenas dois: homem e mulher. E cada qual está ligado ao sexo biológico, ou seja, masculino e feminino.
Ainda assim, na Índia, transexuais masculinos que optam por retirar suas genitálias vivem como mulheres e formam um terceiro sexo. Na Indonésia, padres hermafroditas lideram uma sociedade que reconhece cinco gêneros. E na região rural da Albânia, as mulheres trocam de gênero para obter igualdade.
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Por vezes, até mesmo as culturas mais conservadoras precisam abrir espaço para aqueles que desafiam as convenções. Mas para muitas, adotar outros gêneros ainda é um tabu.
1. Quarta-Feira 25 de Novembro 22:00
2. Quinta-Feira 26 de Novembro 05:00
3. Quarta-Feira 2 de Dezembro 22:00
4. Quinta-Feira 3 de Dezembro 05:00
5. Quarta-Feira 9 de Dezembro 22:00
Obs.: Eu já tinha visto um documentário da NatGeo com o mesmo nome, que foi objeto de postagem aqui no blog, mas ao que parece, o conteúdo era um pouco diferente. Agora vamos ver este para conferir.
Iniciativa dá voz e notoriedade aos direitos humanos de estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas. Veiculação iniciará no dia 16 de novembro em emissoras de televisão de todo o país
Igualdade de direitos e um chamamento à sociedade brasileira para o tema das discriminações que homens, mulheres e crianças vivem diariamente no Brasil. Esses são os objetivos da campanha “Igual a Você”, que será lançada hoje (16/11) às 10h no Palácio do Itamaraty - Rio de Janeiro, pelas Nações Unidas e sociedade civil.
Durante a cerimônia, as agências da ONU apresentarão um panorama da realidade de cada população – estudantes, gays, lésbicas, pessoas vivendo com HIV, população negra, profissionais do sexo, refugiados, transexuais e travestis e usuários de drogas -, e apresentarão os 10 filmes de 30 segundos que integram a campanha. Os filmes estarão disponíveis para veiculação em emissoras de televisão de todo o país a partir do dia 16 de novembro. Além disso, os vídeos receberam versões legendadas em inglês e espanhol, para possibilitar a disseminação internacional.
O ato de lançamento será seguido de coletiva de imprensa, no Palácio do Itamaraty, com o representante do UNODC, Bo Mathiasen; o coordenador do UNAIDS, Pedro Chequer; a vice-diretora do UNIFEM Brasil e Cone Sul, Júnia Puglia; a oficial do Programa de Educação Preventiva para HIV/Aids da UNESCO no Brasil, Maria Rebeca Otero Gomes; o oficial de Informação Pública do ACNUR, Luiz Fernando Godinho, e o diretor do UNIC, Giancarlo Summa. Representantes das entidades da sociedade civil e as lideranças que gravaram as mensagens também estarão no evento para atendimento à imprensa.
Visibilidade para os direitos humanos
“Igual a Você” – uma campanha contra o estigma e o preconceito dá voz e visibilidade aos direitos humanos das populações alvo da campanha. Produzidos pela agência [X]Brasil – Comunicação em Causas Públicas e gravados em estúdio com trilha sonora original de Felipe Radicetti, os filmes apresentam mensagens de lideranças de cada um dos grupos discriminados, levando em consideração às diversidades de idade, raça, cor e etnia.
A campanha surge como uma iniciativa contra as violações de direitos humanos e desigualdades, especialmente nas áreas da saúde, educação, emprego, segurança e convivência. Trata-se de uma oportunidade de sensibilização da sociedade brasileira para o respeito às diferenças, que caracterizam cada um dos grupos sociais inseridos na campanha, reafirmando a igualdade de direitos.
Estigmas e preconceitos cotidianos
De acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), uma das facetas do racismo se revela na remuneração média da população brasileira: homens brancos (R$ 1.200), mulheres brancas (R$ 700), homens negros (R$ 600) e mulheres negras (R$ 400).
O ambiente escolar também é outro local de resistência à diversidade. Segundo pesquisa de maio de 2009 realizada em 500 escolas públicas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira – INEP e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas – FIPE, 55% a 72% dos estudantes, professores, diretores e profissionais de educação demonstram resistência à diversidade por meio do indicador “distância social”. O maior distanciamento é verificado com relação aos homossexuais (72%).
Filmes diferenciados: drogas e educação
No primeiro caso, são mostradas cenas reais de usuários de drogas lícitas (bebida, cigarro e medicamentos) e ilícitas (maconha, cocaína, crack e ectasy) nos diferentes ambientes de uso - nas ruas, nos bares, nos morros ou nas baladas -, sem que o rosto dos usuários apareça. O desafio aqui foi falar sobre usuários de drogas dentro de uma perspectiva do direito à saúde.
Para os filmes de combate ao estigma e ao preconceito nas escolas são utilizados desenhos feitos por crianças, com uma voz em off e trilha original. Estes filmes trabalham com duas situações diferentes: preconceito na escola contra crianças vivendo com HIV e preconceito de raça, cor, aparência, orientação sexual nas escolas.
Assinatura da campanha
O preconceito se manifesta por meio de atitudes e práticas discriminatórias, tais como humilhações, agressões e acusações injustas pelo simples fato de as pessoas fazerem parte de um grupo social específico. É contra o estigma e o preconceito que as agências UNAIDS (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids), ACNUR (Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados), UNIFEM Brasil e Cone Sul (Fundo de Desenvolvimento das Nações Unidas para a Mulher), UNESCO no Brasil (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), com apoio do UNIC Rio (Centro de Informação das Nações Unidas no Brasil), somam-se, mais uma vez, ao esforço da sociedade civil pela igualdade de direitos: ABGLT (Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais), AMNB (Associação Brasileira de Mulheres Negras Brasileiras), ANTRA (Articulação Nacional de Travestis, Transexuais e Transgêneros), Movimento Brasileiro de Pessoas Vivendo com HIV/Aids e Rede Brasileira de Prostitutas.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) aprovou a Resolução Nº 208/2009 que normatiza o atendimento médico a travestis, transexuais e pessoas que apresentam inadequação ao sexo biológico.
Homologada pela Plenária do Cremesp, a medida entrou em vigor após sua publicação no Diário Oficial do Estado, no dia 11 de novembro de 2009.
Segundo a Resolução, todo atendimento médico dirigido a essa população deve basear-se no respeito ao ser humano e na integralidade da atenção. Durante o atendimento médico, deve ser garantido o direito do (a) paciente usar o nome pelo qual prefere ser chamado (a), independente do nome que consta no registro civil.
Dentre as garantias de assistência em saúde para esse público, a Resolução destaca o atendimento psicossocial, o tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico, o tratamento e acompanhamento médico-endocrinoló gico, as intervenções cirúrgicas e outros procedimentos estéticos ou reparadores.
Antes do procedimento médico o paciente deve ser avaliado por equipe multiprofissional. As intervenções ou tratamentos experimentais devem estar obrigatoriamente ligados a protocolos de pesquisa aprovados por Comitês de Ética.
A Resolução do Cremesp visa normatizar, do ponto de vista ético, o atendimento médico a travestis e transexuais em serviços de saúde especializados ou em unidades de saúde e hospitais para os quais os pacientes são encaminhados. Devido ao preconceito e ao desconhecimento dos médicos, muitas necessidades de saúde desta população não são devidamente atendidas pelos profissionais e serviços.
Desde o dia 9 de junho de 2009 a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo mantém ambulatório inédito que já realizou mais de 400 atendimentos a travestis e transexuais. As especialidades médicas de urologia, proctologia e endocrinologia (terapia hormonal) concentram muitas das demandas das pacientes.
Também destaca-se o encaminhamento para a realização de cirurgia de transgenitalização, realizada no Hospital das Clínicas da FMUSP e de cirurgia de remoção de silicone industrial, realizada no Hospital Diadema.
Outro serviço destinado a essa população, que funciona como local de convivência e inclusão social é o Centro de Referência da Diversidade (CRD), mantido pelo Grupo Pela Vidda-SP em convênio com a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) da Prefeitura de São Paulo.
A Resolução do Cremesp foi discutida e elaborada com a participação de técnicos de vários serviços e hospitais, além de médicos , especialistas em Bioética, entidades da sociedade civil e lideranças do movimento LGBT.
MAIS INFORMAÇÕES
Cremesp: (11) - 3017-9364
Ambulatório de Saúde Integral para Travestis e Transexuais - CRT DST/AIDS-SP: (11) 5087-9833
Centro de Referência da Diversidade: (11) - 3151-5786
ANEXO
RESOLUÇÃO CREMESP Nº. 208, DE 27/10/2009
Dispõe sobre o atendimento médico integral à população de travestis, transexuais e pessoas que apresentam dificuldade de integração ou dificuldade de adequação psíquica e social em relação ao sexo biológico.
O Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Lei nº. 3.268/57, regulamentada pelo Decreto nº. 44.045/58, e,
CONSIDERANDO a dignidade da pessoa humana (inciso III do Art. 1º da Constituição Federal);
CONSIDERANDO o direito à cidadania (inciso II do Art. 1º da Constituição Federal);
CONSIDERANDO a igualdade de todos os cidadãos perante a lei, sem distinção de qualquer natureza (Art. 5º da Constituição Federal);
CONSIDERANDO que a saúde é direito de todos e dever do Estado (Art. 196 da Constituição Federal);
CONSIDERANDO que a Medicina é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e deve ser exercida sem discriminação de qualquer natureza (Art. 1º do Código de Ética Médica, 1988);
CONSIDERANDO que as ações dos serviços públicos de saúde e os serviços privados contratados ou conveniados que integram o Sistema Único de Saúde (SUS), obedecem ao princípio de igualdade da assistência à saúde, sem preconceitos ou privilégios de qualquer espécie (inciso IV do Art. 7º da Lei 8080/90, Lei Orgânica da Saúde);
CONSIDERANDO os direitos e deveres dos usuários da saúde ( Portaria GM/MS Nº 1.820, de 13 de agosto de 2009);
CONSIDERANDO a normatização da cirurgia de transgenitalização do tipo neocolpovulvoplastia e/ou procedimentos complementares sobre gônadas e caracteres sexuais secundários como tratamento dos casos de transexualismo (Resolução CFM n º 1.652, de 6 de novembro de 2002);
CONSIDERANDO as Diretrizes Nacionais e Normas de Credenciamento/Habilitação de Unidade de Atenção Especializada para o Processo Transexualizador no Sistema Único de Saúde - SUS (Portaria GM/MS nº 1707, de 18 de agosto de 2008; e SAS/MS No- 457, de 19 de agosto de 2008);
CONSIDERANDO as penalidades a serem aplicadas à prática de discriminação em razão de orientação sexual (Lei Estadual N. 10.948 de 5 de novembro de 2001);
CONSIDERANDO as Diretrizes e Normas Regulamentadoras de Pesquisas envolvendo Seres Humanos (Resolução 196/96 do Conselho Nacional de Saúde);
CONSIDERANDO finalmente o decidido na Reunião de Diretoria realizada em data de 19/10/09,
RESOLVE:
Artigo 1º - Todo atendimento médico dirigido à população de travestis, transexuais e pessoas que apresentam dificuldade de integração ou dificuldade de adequação psíquica e social em relação ao sexo biológico, deve basear-se no respeito ao ser humano e na integralidade da atenção.
Artigo 2 º - Deve ser assegurado a essa população, durante o atendimento médico, o direito de usar o nome social, podendo o(a) paciente indicar o nome pelo qual prefere ser chamado(a), independente do nome que consta no seu registro civil ou nos prontuários do serviço de saúde.
Artigo 3º - Visando garantir o atendimento integral devem ser consideradas e propostas ao (à) paciente as seguintes possibilidades de abordagem individual: atendimento psicossocial, tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico, tratamento e acompanhamento médico-endocrinoló gico, intervenções cirúrgicas e outros procedimentos médicos de caráter estético ou reparador, desde que asseguradas as condutas éticas, as diretrizes clínicas e as normatizações técnicas reconhecidas pela comunidade médica.
Artigo 4º - A indicação terapêutica deverá contar com a avaliação de equipe multiprofissional, com esclarecimento prévio sobre os riscos dos procedimentos e garantia do tratamento das eventuais intercorrências e efeitos adversos.
Artigo 5º - No caso de procedimentos médicos experimentais, a realização está condicionada a protocolos de pesquisa e ensaios clínicos, de acordo com as normas regulamentadoras de experimentos envolvendo seres humanos vigentes no país.
Artigo 6º - Esta Resolução entrará em vigência na data de sua publicação, revogando-se as disposições em contrário.
São Paulo, 16 de outubro de 2.009.
Dr. Henrique Carlos Gonçalves - Presidente
HOMOLOGADA NA 4.104ª SESSÃO PLENÁRIA DE 27/10/2009.
Publicada no Diário Oficial do Estado (DOE) . Poder Executivo • SEÇÃO I • Volume 119 • Número 210 • Página 168. São Paulo, quarta-feira, 11 de novembro de 200
O Conselho Estadual de Educação do Rio Grande do Sul, por solicitação da UNAIDS, aprovou hoje (04/11) parecer que recomenda que as escolas do Sistema Estadual de Ensino adotem o nome social escolhido pelos alunos e alunas transexuais e travestis.
O parecer foi elaborado pela conselheira Hilda de Souza que relatou a necessidade de observação das normas constitucionais que garantem a dignidade da pessoa humana e a não discriminação em razão do sexo.
Na oportunidade a conselheira Maria Eulália Nascimento lembrou que outros Conselhos Estaduais de Educação já vêm reconhecendo a necessidade de garantir que travestis e transexuais sejam tratadas pelo seu nome social no ambiente escolar e que no Pará, inclusive, há uma portaria estadual garantindo esse direito a essa população.
Após as diversas falas emocionadas dos conselheiros o parecer foi a votação sendo aprovado por 19 votos a favor e 1 contra.
Estiveram presentes na plenária do Conselho os militantes Gustavo Bernardes, advogado e Coordenador do Grupo SOMOS – Comunicação, Saúde e Sexualidade e Marcelly Malta, presidente da Igualdade – Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul, que comemoraram a conquista.
Marcelly Malta diz que este é um importante avanço para a permanência das travestis e transexuais na escola. Para ela, “a luta agora será garantir a divulgação dessa recomendação para as escolas”.
Bernardes, que também tem atuado em ações de mudança de nome e sexo de transexuais e travestis na Justiça gaúcha, afirma que “esse é mais um passo na luta pela cidadania de travestis e transexuais. O reconhecimento da identidade de gênero e do nome social é tão importante quanto à mudança do nome na Justiça”, sintetiza.
No dia21 de Novembro de 2009ocorrerá o15º Cross Day e o tema será“Desejos Secretos”. Será um eventopara as meninas que desejam conhecer mais seu íntimo, gostos de roupas e interesses temáticos.
Os trajes serão de acordo com seu desejo secreto; umas gostam de se vestir como artistas temáticas: mulher maravilha, tiazinha, feiticeira, enfermeira.,colegial, entre outras mais; Ressalto que isso não quer dizer que as participantes e o local seja de promiscuidade e más intenções, é só uma diversão para a meninada se soltar.
Sorteio: Será sorteada uma participante para concorrer a um “Curso Completo de Automaquiagem” e também Serviços no Studio.
Taxa: R$ 35,00 (Se pago antecipadamente, limite até dia 15/11). A taxa paga no dia será no valor de R$ 45,00.
Confirmação: Ligue (11) 3867-2891 ou 8742-7433 e pelo duddanandez@hotmail.com . A conta para depósito será passada através deste contato.
Até breve meninas
Beijinhos
Dudda Nandez
Repassando mensagem de e-mail enviada pela Dudda Nandez.
A japonêsa Haruna Ai (à direita) obteve neste sábado (31) o título de 'Miss International Queen 2009' (Foto: AP)
A japonesa Haruna Ai obteve neste sábado, 31/10, o título de ‘Miss International Queen 2009’, concurso de beleza para travestis e transexuais, realizado na Tailândia, que visa à promoção da tolerância e uma atitude positiva para as pessoas transex, reuniu 18 competidores de vários países.
A primeira princesa foi Kangsadal Wongdusadeekul, da própria Tailândia, e a segunda princesa ficou com a brasileira Daniela Marques.
A Miss Haruna Ai com as princesas Kangsadal Wongdusadeekul da Tailândia (direita) e a brasileira Daniela Marques (esquerda) (Foto: CHRISTOPHE ARCHAMBAULT/AFP/Getty Images)
Cerca de 30 mil pessoas estiveram no Parque da Redenção neste domingo
Festa, música e brilho na 13ª Parada Livre Crédito: Carla Ruas
Festa, música, cores e brilho. Esse foi o tom que a 13ª Parada Livre imprimiu no Parque da Redenção neste domingo. Um palco montado em frente ao Espelho D´água foi cenário de atrações, como o show da lendária drag queen Dandara Rangel. Com bandeiras de arco-íris, trios elétricos e performances de DJs, o evento marcou a defesa dos direitos humanos para lésbicas, gays, bissexuais e transgêneros (LGBT).
Aproximadamente 30 mil pessoas integraram a parada, segundo estimativa da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Organizado por grupos de LGBT rio-grandenses, como a Associação de Travestis e Transexuais do RS (Igualdade), o grupo Nuances e o Somos Comunicação, o evento conta com apoio do Ministério da Cultura, da Saúde, da prefeitura de Porto Alegre, do governo do Estado e da Rede Nacional de Pessoas que Vivem com Aids (RNP).
A coordenadora-geral da Associação de Travestis e Transexuais do RS (Igualdade), Marcelly Malta, afirma demandas desses grupos continuam atuais. "Há muita violência contra nós e poucas políticas públicas, o que nos deixa muito vulneráveis. Por isso escolhemos o tema 'Direitos sim, violência não' neste ano", explica.
Para a drag queen Marcela Perón, a parada é um momento de liberdade de expressão. "Aqui podemos celebrar, nos divertir e combater o preconceito com alegria. Tem gente de todas as idades e orientações sexuais convivendo pacificamente. Essa é a ideia", descreve. Segundo Eduardo Hilário, proprietário de um clube gay de Porto Alegre, o evento é importante para unir tribos. "Somos homossexuais e não há nada errado nisso. É uma realidade, não precisamos esconder", declarou.
Fonte: Helena Furtado / Correio do Povo
Clique no link para ler a notícia original no site do Correio do Povo.
Bandeiras do arco-íris, mais de 10 trios elétricos, artistas como Dandara Rangel, Laurita Leão e Glória Cristal, Djs como Udo Werner e Samuel Thomas estão todos programados para animar a festa e levar milhares de pessoas para comemorar os 13 anos de Parada Livre, em Porto Alegre, que será realizada neste domingo, 25 de outrubro, a partir das 10h da manhã, na Redenção, onde ocorre todos os anos e, também, para marcar esta data, que é, acima de tudo, um dia de luta pelos Direitos Humanos de LGBT - lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
Marcelly Malta, coordenadora geral da Igualdade, que é uma das coordenadoras do evento, afirma "são 40 anos de movimento LGBT e nossas demandas continuam atuais. Há muita violência contra nós e pouquíssima política pública, o que nos deixa muito vulneráveis, por isso escolhemos este ano o tema "Direitos sim, violência não", sintetiza.
No ano passado, dados do movimento LGBT apontam que 190 homossexuais foram assassinados no país, o que representa mais de um a cada dois dias. O número regista um aumento de 55% em relação a 2007, quando foram notificados 122 homicídios de LGBT. Em 2008, os gays foram a maior parte das vítimas (64%), enquanto as travestis e transexuais representaram 32%, e as lésbicas, 4%.
Por isso que autoridades de peso que trabalham com Direitos Humanos confirmaram a participação e entraram firme na luta contra a homofobia. O dr. Paulo Leivas, Procurador da República e a dra. Marcia Medeiros, Procuradora do Ministério Público do Trabalho; além de ativistas nacionais, tais como Toni Reis, presidente da ABGLT - Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bisexuais e Travestis e de Rafaelly Weist, da ANTRA - Articulação Nacional de Travestis e Transexuais, confirmaram sua presença.
Neste ano mais uma vez os grupos LGBT gaúchos estão mostrando amadurecimento e união. A Coordenação Geral está sob a responsabilidade da Igualdade - Associação de Travestis e Transexuais do Rio Grande do Sul, mas também compõem a comissão organizadora os grupos Nuances - Grupo Pela Livre Expressão Sexual; SOMOS Comunicação, Saúde e Sexualidade; Liga Brasileira de Lésbicas da Região Sul e URSUL.
Nesta 13ª edição da Parada Livre o evento conta com o apoio do Ministério da Saúde, da Prefeitura Municipal de Porto Alegre, através das Secretarias de Cultura e de Direitos Humanos e Segurança Urbana; do Governo do Estado do RS e da RNP - Rede Nacional de Pessoas que Vivem com HIV/Aids.
Programação
10h da manhã, bancas das ONGs
12h Som com DJs Udo Werner e Samuel Thomas
14h Abertura dos shows com as apresentadoras Laurita Leão, Glória Cristal e Dandara Rangel
15h Fala dos representantes dos movimentos e autoridades
17h Parada Livre volta em torno da Redenção e retorno ao palco onde continuará a função.
Crédito da foto da Parada de 2008: Walter Karkatzki
Decisão também assegura que alterações não constem no registro. Clauderson, que fez cirurgia de mudança de sexo, vai se chamar Patrícia.
Diego Abreu
Do G1, em Brasília
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou nesta quinta-feira (15) que um transexual tenha seu nome e sexo alterados no registro de nascimento. Por unanimidade, os ministros da 3ª Turma reverteram decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo, que havia negado as mudanças, sob a alegação da “imutabilidade dos dados em registros civis”.
Com a decisão desta tarde, o transexual, que já passou por cirurgia de mudança de sexo, deixará oficialmente de se chamar Clauderson e passará a se chamar Patrícia. Por sugestão da ministra relatora do processo, Nancy Andrighi, a mudança não poderá constar na certidão de nascimento, mas apenas nos livros do cartório.
Assim, não será possível que, quando apresentado o registro de nascimento, se constate que o documento pertence a uma pessoa que mudou de sexo. A defesa do transexual alegou no processo que a aparência de mulher ao contrastar com o nome e o registro de homem causa-lhe “transtornos e dissabores sociais, além de abalos emocionais e existenciais”.
"Se o Estado consente com a possibilidade de realizar a cirurgia, logo deve prover os meios necessários para que o indivíduo tenha vida digna como se apresenta perante sociedade", afirmou a ministra relatora.
Apesar de não possuir caráter vinculante, a decisão poderá servir de parâmetro para futuros casos de mudança de nome e sexo que sejam questionados no STJ ou em outros tribunais.
Pra quem não pode estar no Rio na discussão sobre patologização da transexualidade, estaremos nos reunindo nesta terça para a roda de conversa:
TRANSEXUALIDADE: PATOLOGIA OU DIREITO DE SER!!
Estamos de acordo com o CID 10 e suas especificações? A patologização traz benefícios a pessoa transexual? Até que ponto o discurso médico patologizado não beira o preconceito e a discriminação? Pacientes ou Cidadãs? Dá pra conciliar as duas coisas? Seremos mesmo doentes?
@s convidad@s seremos nós mesm@s, com nossas experiências e necessidades. A reunião tem como objetivo a inclusão ou não de pessoas na Campanha Mundial pela Despatologização da Transexualidade que pode acontecer na revisão do CID em 2012!!
IMPERDÍVEL!!!!
Venha você também:
13/10/2009 às 19h
Centro de Referência da Diversidade
Rua Major Sertório, 292/294 - Centro
Metrô República
Repassando mensagem enviada por e-mail pela Alessandra Saraiva. . .
A transexualidade é um fenômeno complexo no qual o sujeito sente-se não pertencendo ao sexoanatômico e demanda por reconhecimento como alguém do sexo oposto. Na atualidade, tornou-se uma experiência patologizada, tendo como consequência sua definição como uma desordem psiquiátrica - o Transtorno de Identidade de Gênero (TIG) – e sua incorporação aos manuais diagnósticos.
Os procedimentos de modificação corporal solicitados pelo sujeito que vivencia a transexualidade, incluindo a cirurgia de transgenitalização, são condicionados a avaliação médico-psicológica para confirmação do estado psicológico e das evidências de sofrimento clinicamente significativos ou prejuízo em áreas importantes da vida do indivíduo.
No Brasil, seguindo uma tendência internacional, a concepção patologizada da transexualidade é continuamente problematizada, levando em consideração a diversidade dessa experiência. A fim de realizar um deslocamento de sua definição psiquiátrica para a compreensão de uma experiência subjetiva singular, tanto a academia quanto o movimento social têm colocado em discussão essa questão, que se alinha à Campanha Mundial pela Despatologização da Transexualidade.
Nesse cenário, o Conselho Regional de Psicologia convida para a Roda de Conversa “Processo transexualizador - patologia ou saúde?”, na qual pretendemos debater sobre a psiquiatrização da transexualidade e seus efeitos.
O evento terá como convidados:
Bianca Santos - capitão-de-corveta (comandante) reformada da Marinha.
Majorie Macchi – Associação das Travestis e Transexuais do estado do Rio de Janeiro (Astra-Rio)
Márcia Áran - professora do Instituto de Medicina Social/UERJ
Daniela Murta Amaral (CRP 05/29141) - psicóloga, doutoranda em Saúde Coletiva do Instituto de Medicina Social/UERJ, colaboradora do GT Psicologia e Diversidade Sexual do CRP-RJ
LindomarExpedito Silva Darós (CRP 05/20112) – conselheiro presidente da Comissão de Psicologia e Políticas Públicas do CRP-RJ
Pedro Paulo Gastalho de Bicalho (CRP 05/26077) – conselheiro do CRP-RJ e membro do GT Nacional de Psicologia e Diversidade Sexual do Sistema Conselhos
Roda de Conversa “Processo transexualizador - patologia ou saúde?” Data: 7 de outubro – 18:30h Local: Auditório do CRP-RJ – Rua Delgado de Carvalho, 53, Tijuca
Repassando informação do Grupo SOMOS, Comunicação, Saúde e Sexualidade
O Cine Santander está promovendo a 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul, entre os dias 8 a 16 de outubro. A mostra é exibida simultaneamente em 16 capitais brasileiras. São filmes inéditos em exibições únicas e, por isso, é importante ficar atento à programação.
São 39 filmes em 23 programas, mas o SOMOS indica pelo menos três, que abordam os temas das sexualidades e de identidade de gênero.
Os documentários e as ficções - curtas, médias, longas - estão divididos em: Mostra Contemporâneos, Sessões Especiais, Retrospectiva Histórica - Iguais na diferença e Homenagem - Vídeo nas Aldeias. O foco principal é a produção recente dos países sul-americanos, que reúne títulos de diferentes autores, temáticas, estéticas e formatos. O processo de seleção teve convocatória pública, o que permitiu que os produtores apresentassem suas realizações à curadoria. Este ano, a Mostra amplia ainda mais o seu circuito de exibição, atingindo 16 capitais brasileiras.
A 4ª Mostra Cinema e Direitos Humanos na América do Sul é uma realização da Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da República com patrocínio da Petrobras, produção da Cinemateca Brasileira, apoio do Ministério das Relações Exteriores, TV Brasil, Sesc São Paulo, Sociedade Amigos da Cinemateca e Unesco. A curadoria desta edição é de responsabilidade do cineasta e curador Francisco Cesar Filho. Como nas edições anteriores, o público avalia o conjunto de filmes e seus votos determinam os vencedores do Prêmio Aquisição TV Brasil.
PHEDRA
10 de outubro, sábado, às 17h (junto com o filme “A devoção”
Phedra
Claudia Priscilla, Brasil, 13 min, 2008, doc
Documentário sobre a atriz Phedra de Córdoba, cubana e transexual que vive no centro de São Paulo.
NÃO CONTE A NINGUÉM
14 de outubro, quarta às 19h
No se lo Digas a Nadie
Francisco J. Lombardi, Peru/ Espanha, 120 min, 1998, fic
Não Conte a Ninguém narra a trajetória pessoal de um filho da mais acomodada burguesia de Lima, que descobre – em um contexto familiar no qual o machismo mais brutal e o preconceito de classe coexistem com a falsidade – sua própria identidade homoerótica, que o leva à espiral do vício nas drogas e à beira da prostituição.
OS SAPATOS DE ARISTEU
15 de outubro, quinta às 17h (junto com o filme “O signo da cidade”, de Carlos Alberto Riccelli.
Los Zapatos de Aristeu
René Guerra, Brasil, 17 min, 2008, fic
O corpo de uma travesti morta é preparado por outras travestis para o velório. A família, após receber o corpo, decide enterrá-lo como homem. Uma procissão de travestis então se encaminha para o velório para se despedir dele. Os sapatos são calçados. A morte é apenas uma janela.
Os horários da postagem se referem às exibições em Porto Alegre. Para acessar a programação completa, nas 16 capitais em que a Mostra será realizada, acesse: http://www.cinedireitoshumanos.org.br/ . .
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